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CARTA AOS CEARAMIRINENSES

Sociólogo e Cientista Político Etevaldo Junior, após parecer jurídico, adia sonho para 2016

Após um parecer de uma comissão jurídica, ficou decidido que o Cientista Político e Sociólogo Etevaldo Junior não poderá disputar as eleições de 2012. 
Essa impossibilidade surge diante de um entendimento muito recente do STF, que infelizmente restringe os direitos políticos dos servidores públicos pertencentes às instituições militares estaduais, que somente após 10 anos de serviço ativo podem ser exercidos em sua plenitude. No caso de Etevaldo Junior somente em 2016 ele obterá essa condição. 
Etevaldo Junior havia sido indicado pelo PSDC e pelo Movimento Independente Ceará-Mirim Minha Cidade Eu Governo para representar o projeto político majoritário nas eleições de 2012.  
"Agradeço imensamente a todos que simpatizaram e apoiaram nosso projeto. A nossa luta por Ceará-Mirim continua. Um forte abraço a todos. Muito obrigado por tudo" diz Etevaldo Junior em agradecimento ao povo de Ceará-Mirim. 
O Movimento Ceará-Mirim Minha Cidade Eu Governo e o PSDC irá se reunir e anunciar um novo nome como pré-candidato, pois o projeto político do movimento continua firme, nos mesmos princípios e ideais de conscientização e mudança social para nossa Ceará-Mirim.


Escrito por Equipe Fala Ceará-Mirim às 16h43
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ARTIGO

Cultura, vaidade e individualismo na terra do Engenho Guaporé


Aprendi na escola primária que cultura são as expressões e crenças de um povo transmitidas entre as gerações e que a mesma deveria ser preservada. Também aprendi que a cultura une os povos, ou pelo menos aqueles que seguem um conjunto de hábitos e tradições comuns a um grupo social. Aprendi também que a cultura está em nossa mente, coração e alma e que deveria ser despida de interesses individuais, haja vista que é algo que se constrói coletivamente.
Entretanto, acontece que o que aprendemos na escola às vezes é bem diferente da realidade. Muitos ditos entendidos em cultura a fazem por interesses privados, pessoais, e não pelo trabalho de preservar as tradições e história de um povo. Outros até tentam fazer algo em prol da cultura, mas esbarram em dificuldades financeiras, na falta de capacidade técnica, na burocracia do Estado ou no pessimismo daqueles que só sabem atrapalhar.
Diante disso, acho lamentável o que temos presenciado ultimamente na terra dos verdes canaviais. Como pano de fundo as ruínas da casa grande do Guaporé, e no cenário principal, grupos “brigando” pelo direito à redenção daquele prédio, um dos ícones da história e cultura da terra do barão de Ceará-Mirim. Farpas daqui, farpas dali! Na platéia, o público, formado por boa parte de desentendidos em cultura, mas que acham graça nas matérias postadas nos blogs locais.
Sinceramente, minha humilde ignorância não entende! Se todos querem a mesma coisa, se ambos “brigam” pelo bem comum de todos, que é salvar a memória, a história e a cultura da terra de Madalena Antunes, por que não somam forças numa ação sinergética? Por que não trabalham numa grande equipe, cada um ajudando dentro de suas possibilidades e estruturas disponíveis?
A cultura do verde vale clama por socorro! Precisamos acabar com a vaidade e o individualismo e preservar uma história e cultura que vão muito além de casarões, brasões e barões, símbolos de uma cultura canavieira latifundiária e escravocrata.
Já dizia o Raul Seixas: “Nunca se vence uma guerra lutando sozinho/ Cê sabe que a gente precisa entrar em contato/ Com toda essa força contida e que vive guardada.”
Viva a cultura!
Ilton Soares
Geógrafo e professor universitário
Membro do Movimento Alternativo Goto Seco.

 



Escrito por Equipe Fala Ceará-Mirim às 10h57
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PROFESSORES E ALUNOS PROTESTAM CONTRA ATRASO NA REFORMA DA ESCOLA MONSENHOR CELSO CICCO


Uma das principais ruas do município de Ceará-Mirim/RN amanheceu um pouco diferente do último dia 20/09. Em frente à Escola Estadual Monsenhor Celso Cicco, dezenas de alunos e professores protestaram contra o atraso nas obras de reforma da escola. Com faixas, cartazes e um carro de som, os manifestantes fecharam a Av. Enéas Cavalcante e realizaram uma panfletagem para denunciar o descaso que vem ocorrendo com a educação pública no Estado, em especial com Escola Monsenhor Celso Cicco. Em seguida, professores e alunos seguiram em passeata até o Fórum de Ceará-Mirim, onde ocorreu uma audiência entre a direção da escola, representantes da Secretaria Estadual de Educação e a Promotoria do município. 

No dia 5 de abril deste ano, a Escola Estadual Monsenhor Celso Cicco teve suas atividades suspensas depois que um laudo do Corpo de Bombeiros constatou que a estrutura física da escola estava comprometida e que o prédio precisava de uma reforma urgente. Para se ter uma ideia da situação, os bombeiros constataram que o teto das salas de aula ameaçava desabar e boa parte da instalação elétrica estava exposta, oferecendo risco de incêndio. Em um dos banheiros da escola, inclusive, ninguém podia tocar as paredes sem receber choques elétricos.


Na época, a comunidade escolar, formada por pais, professores, funcionários e a direção da escola, assumiu o compromisso de dar continuidade às atividades escolares nas dependências da Central do Trabalhador, enquanto o governo do estado cuidava da reforma. Segundo a direção da Escola Monsenhor Celso Cicco, a Secretaria Estadual de Educação pediu um prazo de 90 dias para realizar os reparos necessários na estrutura do prédio. Mas já se passaram mais de 150 dias e apenas o projeto da reforma foi feito. "O processo de licitação sequer começou.", informou Maria José dos Santos, diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Ceará-Mirim (Sinte) e professora da escola. 

Em nota distribuída à população, alunos e professores relataram as condições precárias do local onde a escola está funcionando temporariamente. "No atual local de funcionamento, nos encontramos em situações precárias, sem espaço adequado para o desenvolvimento das atividades pedagógicas, comprometendo assim o sucesso nos processos de ensino e aprendizagem.", diz trecho da nota. Os manifestantes também animaram o protesto com uma paródia de um conhecido funk. "Parapa pa pa pa pa pa pa pa. Estamos todos juntos pra protestar. Queremos nossa escola de volta já. Se não nos entregarem eu vou protestar. Então desse jeito eu vou falar. Queremos nossa escola de volta já.", cantavam todos. 


Depois do protesto, uma comissão composta por uma mãe de aluno, um estudante e a direção da escola foi recebida pelo promotor Ivanaldo Soares. A comissão entregou uma carta escrita pelos próprios alunos pedindo a interferência da Promotoria na tentativa de agilizar o processo de reforma da Escola Monsenhor Celso Cicco. O promotor afirmou que irá analisar o documento entregue, mas não garantiu nenhum tipo de ação. 

O Sindicato da Educação promete não parar as manifestações até que se iniciem as obras de reforma. "Se for preciso, sairemos daqui de Ceará-Mirim para protestar até na Secretaria de Educação. A responsabilidade pelo abandono da escola é principalmente da governadora Rosalba.", disse Ana Célia, diretora do Sinte e professora da Escola Monsenhor Celso Cicco.

#SINTE


Escrito por Equipe Fala Ceará-Mirim às 22h48
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